Remessas de emigrantes cabo-verdianos crescem 3% em 2025 e

O valor chegou a cerca de 31 bilhões de escudos (284 milhões de euros) e a origem é idêntica à de anos anteriores: a maior fatia das remessas vem de Portugal (cerca de um terço), seguida por Estados Unidos (29%) e França (18%). A distribuição segue a densidade populacional: o município com mais habitantes, a cidade de Praia, capital, recebe um quarto das remessas, seguido pela ilha São Vicente (16%) e o município de Santa Catarina, na ilha de Santiago (11%). Apesar do recorde, o crescimento desacelerou: as remessas aumentaram 3% entre 2024 e 2025, após subir 6% no ano anterior. Apesar de haver altos e baixos no envio de dinheiro para o arquipélago, desde 2019 o valor dos depósitos de emigrantes acumulados nos bancos do arquipélago está crescendo. Segundo o mesmo boletim do Banco de Cabo Verde (BCV), em 2025, o valor chegou a cerca de 60 bilhões de escudos (544 milhões de euros). As remessas são um dos principais pilares da economia cabo-verdiana, junto com o turismo, refletindo o peso da diáspora, estimada em cerca de 1,5 milhão de pessoas –cerca do triplo da população do arquipélago. Leia Também: Human Rights Watch pede à Fifa medidas protetivas antes da Copa



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